OIT Cinterfor/OITCinterfor

 

 
English

Búsqueda avanzada
SID

Jóvenes,  formación y  empleo

 

  Novedades
  Sobre este sitio
  Observatorio de experiencias

Documentos y publicaciones
Emprendimiento juvenil
   Evaluación de impacto
  Jóvenes en el medio rural
Juventud y género
Jóvenes y sindicatos
  Legislación
  Eventos
  Enlaces
  Mapa del sitio
Página principal


 Coloque su dirección de correo electrónico para recibir las novedades del sitio.

Enviar la página a un amigo

 

Fecha de actualización:
2/12/2008

 

 
 

POLÍTICAS DE JUVENTUD EN AMÉRICA LATINA:

EVALUACIÓN Y DISEÑO

 

JUVENTUDE BRASILEIRA

Um Estudo Preliminar

 

 Índice

 

Parte I

I. Juventude - expansão, crise ou desafios

Os direitos sociais: da cidadania

A juventude e a realidade dentro do contexto brasileiro

Evolução histórica dos Direitos da Juventude

O Conceito de Juventude e quadro demográfico da população jovem

 

Parte II

II. Juventude e educação

 

III. Saúde e juventude

 

IV. Juventude e emprego

 

V. Cultura, esporte e juventude

Cultura

Arte nas ruas

Cultura cara

 

VI. Esporte

 

Parte III

VII. Juventude e democracia

 A luta pela democracia

Jovens ausentes

 

Parte IV

VIII. Juventude urbana - marginalizados e em traformação

 

IX. Juventude universitária

  

Bibliografía consultada

   

5.3. Cultura cara

No Brasil, a maior parte das manifestações culturais custam caro, o que dificulta o acesso do jovem aos bens culturais.("Livro custa até 50% a mais que no exterior" - Elvis Cesar Bonassa - Folha de São Paulo - 1/6/95)

 

5.4. A música

Apesar de algumas contestações o Rio de Janeiro continua sendo a capital cultural do Brasil, apesar de suas emissoras de rádio desprezarem a música brasileira e não haver um campo de trabalho para o músico. Até a década de 50, cada emissora de rádio e de televisão mantinha uma orquestra. Até os anos 60, a Rádio Ministério da Educação e Cultura contava com uma excelente orquestra. Hoje não tem mais. Emissoras de televisão, seja a Globo ou a Educativa, não têm nenhum músico contratado. Se pensarmos que o PIB, nos anos 60, era várias vezes menor do que atualmente, concluiremos que cultura deixou de ser matéria de primeira necessidade.(" Mais música no Rio" - Sérgio Cabral - Veja Rio - 7 de junho de 1995)

 

5.5. Cultura importada

Infelizmente, nos últimos anos, o Brasil tem produzido muito pouca cultura, na maior parte das vezes não fazendo outra coisa senão importar cultura estrangeira, a norte-americana sobretudo, esquecidos de que existem profundas diferenças entre nós e eles. Não os imitamos na atitude de autofidelidade, buscando ser, a cada dia, mais nós mesmos, como eles fazem, mas na linguagem, na alimentação, no vestuário, abandonando nossos tipos de vivência, alienando-nos dos valores peculiares que caracterizam um espírito nacional. Quando um jovem veste uma camiseta com a griffe de uma universidade norte americana está vestindo e patrocinando uma outra cultura, pelo que mais sensibiliza a outro jovem, que é a visualização fácil, a extravagância, a síntese. Caberia ao Ministério da Cultura uma atitude que compensasse a ação desagregadora da propaganda que nos ameaça culturalmente, como foi feito na França de tradição liberal e na Itália, recuperada para a vida democrática. Invocar a liberdade do comércio, da indústria ou da comunicação é sobrepor estes interesses à importância da cultura brasileira, da segurança do nosso patrimônio intelectual. ("Educação e Cultura - Desafios e Perspectivas" - Palestra do Prof. Marcos Almir Madeira, no Painel realizado na Escola Superior de Guerra, em julho de 1985)

 

5.6. Financiamento à cultura

"É fundamental para a cultura a parceria entre o Estado e a iniciativa privada, principalmente em momentos como o atual, quando o setor público não possui recursos suficientes para financiar a extensa gama de necessidades de nossa produção artística e cultural. (...) Nos Estados Unidos não existe financiamento público para a cultura. Não precisam. Os empresários, através de suas fundações, investem milhões de dólares na manutenção do museus, na aquisição de obras raras, na realização de exposições e concertos. O empresário devolve à sociedade parte do que ela lhe permitiu ganhar.(...) É preciso que se difunda o sentimento e a consciência de que cultura é algo fundamental, muito mais profundo do que o evento cultural, através da qual ela normalmente se exterioriza. Só através da cultura nos democratizamos efetivamente e poderemos construir uma civilização que mereça esse nome.(Luiz Roberto do Nascimento Silva, ex-secretário Nacional de Cultura - O Globo, 9/9/94).

 

 

 

 

 

 

 

 Esporte

 (Índice)  (Juventude - expansão, crise ou desafios)  (A   juventude e a realidade dentro do contexto brasileiro)  (Evolução histórica dos Direitos da Juventude)  (O Conceito de Juventude e quadro demográfico da população jovem)  (Juventude e educação)  (Saúde e juventude)  (Juventude e emprego)  (Cultura, esporte e juventude)  (Arte nas ruas)  (Cultura cara)  (Esporte)   (Juventude e democracia)  (A luta pela democracia)  (Jovens ausentes)  (Juventude urbana - marginalizados e em traformação)  (Juventude universitária)  (Bibliografia consultada)

 

Centro Interamericano para el Desarrollo del Conocimiento en la Formación Profesional (OIT/Cinterfor)
Avda. Uruguay 1238 - Montevideo - Uruguay - Tel: (5982) 908 6023 - 902 0557 - 908 0545 - Fax: (5982) 902 1305
  webmaster@cinterfor.org.uy

Copyright © 1996-2008 Organización Internacional del Trabajo (OIT) - Descargo de responsabilidad