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Fecha de actualización:
2/12/2008

 

 
 

POLÍTICAS DE JUVENTUD EN AMÉRICA LATINA:

EVALUACIÓN Y DISEÑO

 

JUVENTUDE BRASILEIRA

Um Estudo Preliminar

 

 Índice

 

Parte I

I. Juventude - expansão, crise ou desafios

Os direitos sociais: da cidadania

A juventude e a realidade dentro do contexto brasileiro

Evolução histórica dos Direitos da Juventude

O Conceito de Juventude e quadro demográfico da população jovem

 

Parte II

II. Juventude e educação

 

III. Saúde e juventude

 

IV. Juventude e emprego

 

V. Cultura, esporte e juventude

Cultura

Arte nas ruas

Cultura cara

 

VI. Esporte

 

Parte III

VII. Juventude e democracia

 A luta pela democracia

Jovens ausentes

 

Parte IV

VIII. Juventude urbana - marginalizados e em traformação

 

IX. Juventude universitária

  

Bibliografía consultada

 

5.2. Arte nas ruas

O grafismo é uma das mais antigas manifestações gráficas do homem, valorizado como arte. Na década de 60, com caráter político, foi ressuscitada pelos hippies, que com eles popularizaram slogans como "paz e amor", "faça amor não faça a guerra". Na década de 70, a arte - música, teatros, espetáculos cênicos, dança - deixou os espaços fechados e chegou às ruas das cidades. Nessa onda, o grafismo e as pichações ganharam as ruas brasileiras, seguindo a moda novaiorquina. Verdadeiras imagens tatuadas no corpo das cidades, no início eram consideradas manifestações marginais, mas foram, aos poucos, nutrindo a cultura que os rejeitava. Entre o grafismo e a pichação existem diferenças essenciais. O primeiro surgiu a partir de grupos ligados a arte: poetas, estudantes de arquitetura e de desenhos, dos quais a repressão dos anos 70 tirou o canal de expressão. A simples pichação, por sua vez, é um processo anárquico de criação, onde é mais importante transgredir, do que manifestar um processo criador. Com uma estética que busca o rabisco, o sujo, agride os padrões da cultura, transgredindo o estabelecido, o bem feito. Dando preferência aos lugares sacralizados - igreja, escolas, monumentos públicos -, busca chamar atenção para o autor e/ou para sua mensagem. Seus autores, geralmente, são jovens da periferia das grandes cidades. ("Grafite Pichação & Cia." - Celia Maria Antonacci Ramos - Editora Anablume - São Paulo - 1994)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 Cultura cara

 (Índice)  (Juventude - expansão, crise ou desafios)  (A   juventude e a realidade dentro do contexto brasileiro)  (Evolução histórica dos Direitos da Juventude)  (O Conceito de Juventude e quadro demográfico da população jovem)  (Juventude e educação)  (Saúde e juventude)  (Juventude e emprego)  (Cultura, esporte e juventude)  (Arte nas ruas)  (Cultura cara)  (Esporte)   (Juventude e democracia)  (A luta pela democracia)  (Jovens ausentes)  (Juventude urbana - marginalizados e em traformação)  (Juventude universitária)  (Bibliografia consultada)

 

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